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quinta-feira, maio 31, 2012

Ainda estão por entregar 400 mil declarações de IRS



A pouco mais de 24 horas para terminar o prazo de entrega das declarações de IRS, há ainda cerca de 400 mil contribuintes que não acertaram as suas contas anuais com a administração fiscal.

À semelhança do que aconteceu com as declarações de rendimentos abrangidas pela 1ª Fase (pensões e salários por conta de outrem), os portugueses estão mais uma vez a deixar a entrega da declaração do IRS para a última hora. Segundo a informação disponibilizada pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), até hoje foram submetidas 1,18 milhões de declarações.
Em 2011, o fisco recebeu 1,5 milhões de declarações na 2ª Fase do IRS – para os contribuintes que têm mais-valias, dividendos, rendas ou trabalho independente a reportar -, mais 400 mil do que as submetidas este ano.
Hoje fica concluído o processo “normal” (e sem multas) de entrega das declarações de rendimentos auferidos em 2011. Os primeiros a serem chamados a fazer este acerto de contas foram os contribuintes que apenas receberam salário por conta de outrem e/ou pensões (incluindo as de alimentos) e optaram pela versão em papel. Este processo decorreu em março. No mês seguinte iniciaram-se as entregas eletrónicas para os rendimentos da 1ª Fase e as de papel para os restantes.
Maio foi a vez de os contribuintes da 2ª Fase submeterem a sua declaração de IRS, sendo este também o último ano em que o valor das despesas com o empréstimo da casa, saúde e educação são consideradas individualmente.
O prazo legal para as Finanças procederam ao reembolso dos contribuintes que pagaram IRS a mais em 2011, termina a 31 de julho, mas a prática habitual dos anos anteriores tem sido proceder á devolução do dinheiro antes de esgotado o limite e de dar preferência aos contribuintes que procederam à entrega da declaração através da Internet.

quarta-feira, maio 30, 2012

Mudanças nas freguesias com as finanças em risco



Para acederem à linha de crédito de mil milhões de euros, as autarquias terão de encostar as taxas dos impostos municipais ao limite máximo. Na lista dos 10 municípios com maior divida há vários com uma derrama de IRC abaixo daquele teto, mas apenas três (Lisboa, Aveiro e Funchal) não cobram o IMI pelo valor mais elevado. Quem reside num destes dois concelho pode, por isso, arriscar uma subida do IMI no próximo ano.

terça-feira, maio 29, 2012

Orçamento rectificativo 2012


Lei n.º 20 / 2012 de 14 de Maio
Alteração à Lei n.º 64 - B / 2011, de 30.12

IMI - Isenção - Baixos Rendimentos



Alteração do artigo 48.º do EBF

Isenção do IMI para os prédios de reduzido valor patrimonial de Sujeitos Passivos de baixos rendimentos


O que está abrangido:
_Prédios rústicos e urbanos destinados a habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar,

Desde que:
_ O Rendimento bruto total do agregado familiar, não seja superior a 2,2 vezes o valor Anual do IAS.
_ O valor patrimonial tributário, global da totalidade dos prédios rústicos e urbanos pertencentes ao sujeito passivo não exceda 10 x IAS (anual).

Note-se que:
Mantendo-se o valor do IAS em ( € 419,22), desde 2009, não tendo por conseguinte atingido o valor da retribuição minima mensal garantida (RMMG) em vigor no ano de 2010, permanece vigente o regime transitório de aplicabilidade da isenção prevista no n.º 1 do Art.º 122.º da Lei do OE 2011.
Ficamos então com os seguintes limites para 2012:
_ Rendimento bruto total anual do agregado familiar: € 14 630,00 = [ (RMMG x 14 meses) x 2,2 ]
_ Valor patrimonial total: € 66 500,00 = [ (RMMG x 14 meses) x 10 ]

RMMG (2010) = € 475,00

 Quando requerer:
_ Requerimento devidamente fundamentado entregue no prazo de 60 dias contados da data de aquisição dos prédios e nunca depois de 31 de Dezembro do ano do inicio da isenção solicitada.


Links relacionados:
OE 2012:
http://www.dgo.pt/politicaorcamental/OrcamentodeEstado/2012/Or%C3%A7amento%20Estado%20Aprovado/Documentos%20do%20OE/Lei-64B-2011_OE2012_Lei-MapasLei_VersaoDR.pd
OE 2011:
http://dre.pt/pdf1s/2010/12/25301/0000200322.pdf

IRS - Atestados médicos de incapacidade


Valor a pagar pelo IMI vai subir 128% em 2015



A receita fiscal do Imposto Municipal sobre Imóveis deverá registar um acréscimo de 128% em 2015, ano em que os contribuintes irão sentir pela primeira vez o efeito total do processo de avaliação geral dos imóveis e das alterações introduzidas neste imposto (subida de taxa e redução do período de isenção).

Segundo os cálculos da Associação Portuguesa dos Avaliadores de Engenharia (APAE), os contribuintes deverão ver o pagamento do IMI aumentar em cerca de 1,4 mil milhões de euros face aos valores atuais. Neste ano, há ainda cerca de 5,2 milhões os imóveis que estão a pagar o IMI calculado com base num Valor Patrimonial (VPT) reduzido. Mas no próximo ano, quando estiver já concluído o processo de avaliação geral dos imóveis (atualmente em curso), o imposto terá já por referência os novos VPT, que nalguns casos estão a registar subidas da ordem dos 400 e até